um logotipo branco em um fundo preto para pedralva
1. Selecionar datas
2. Selecionar Ocupação
2-0-0
Alojamento 1
Alojamento 2
Alojamento 3
Reservar

NOVIDADES
O que há de novo

Descubra as últimas novidades, eventos, melhorias e destaques que temos para si. Acompanhe tudo o que se passa connosco e seja o primeiro a saber o que está para vir.
29/08/2016
2450 anos”, lê-se no certificado gravado na pedra em frente à oliveira. É a mais antiga que têm na Horta da Moura, um hotel rural no sopé de Monsaraz, uma vila medieval que foi ocupada por romanos, visigodos e muçulmanos antes de ser conquistada pelos Templários em 1232, e que pode ser visitada de charrete.

Os outros olivais são mais jovens, com 705, 400 anos, e deles extraem o azeite, as azeitonas e o paté de azeitona que servem ao jantar.

Nesta herdade situada nas margens do Alqueva, o maior lago artificial da Europa, a gastronomia local é tão importante que até dão aulas aos visitantes. O chefe ensina a fazer ovos mexidos com farinheira, gordura de porco, farinha e colorau, e encharcada, uma sobremesa tradicional feita apenas com nove gemas de ovo, açúcar e água.

O Alentejo é tudo menos light.

Fonte: LA NACION

14/09/2015
Como filosofia, o hotel recorre sempre que pode às diferentes empresas locais ou da região para comprar os seus produtos.
Quer um exemplo? Damos vários: o delicioso mel bem como os enchidos de porco preto da aldeia ribeirinha de Amieira; os queijos da aldeia de Oriola e as peças de barro compradas em São Pedro do Corval, naquele que é o maior Centro Oleiro da Península Ibérica.

Inserido na encosta alentejana em plena harmonia com a natureza, o Hotel Rural Horta da Moura é um exemplo de sustentabilidade, não só pelas boas práticas ambientais, como também pela interação com a comunidade local.

Sustentabilidade
Os painéis solares que aquecem toda a água do hotel é uma ínfima parte do que por aqui se faz em termos ambientais. Nos seus terrenos são também cultivados vários produtos biológicos que são servidos na mesa tradicionalmente alentejana do Restaurante “Feitiço da Moura”, aberto para hóspedes e não-hóspedes. Até a azeitona que é apanhada no hotel, é depois levada à Cooperativa Agrícola local, sendo depois o seu azeite utilizado no restaurante. Se gosta de atividades na natureza, inscreva-se nos programas que o hotel proporciona aos seus hóspedes, tais como o birdwatching, os passeios pedestres, os passeios pelo megalítico ou os workshops de plantas aromáticas.

O que fazer?
Sugerimos-lhe uma visita à vila e ao Castelo de Portel, onde poderá encontrar a presença megalítica por entre os terrenos irregulares, ou uma ida à lindíssima Vila Medieval de Monsaraz. Aproveite o facto de Reguengos de Monsaraz ser este ano a Capital Europeia do Vinho e delicie-se com os excelentes néctares da região. Se é daqueles que o que pretende é aproveitar ao máximo as comodidades e conforto do hotel, deixe-se ficar e aproveite a visita guiada à propriedade pelo Caminho das Oliveiras Milenares. A mais antiga tem, imagine, 2450 anos!!

Fonte: IONLINE
18/07/2015
No lado completamente oposto da região, existe um lago que faz fronteira entre Espanha e Portugal. É um dos maiores lagos artificiais da Europa, e é tão grande que atravessa cinco concelhos do Alentejo. Um deles é Reguengos de Monsaraz, que alberga uma pequena vila no topo de uma colina, Monsaraz.
Esta vila amuralhada poderia ter sido pintada no horizonte por Walt Disney. A sua existência é pouco conhecida fora do Alentejo, mas é um daqueles sítios que simboliza não só esta região, mas talvez Portugal no seu todo. No entanto, o seu segredo mais bem guardado esconde-se a poucos quilómetros da cidade, na Horta da Moura, um hotel e restaurante rural que tem mais para oferecer do que boa comida e alojamentos confortáveis que, com a sua pintura azul e branca, se assemelham a uma típica quinta alentejana.
Ao passear pela propriedade da Horta da Moura, a visão de um burro a puxar um moinho de água deixa-me com a sensação de ter sido transportado para décadas atrás. Mas, dentro de momentos, sentir-me-ei ainda mais recuado no tempo.
Percorremos o caminho da propriedade, passando por baixo de limoeiros, por cebolas, tirando fotografias a canteiros de flores, até chegarmos a uma grande oliveira. Por baixo da árvore, de um lado, está uma placa e, do outro, uma mesa enfeitada com uma toalha vermelha e branca.
Existem várias oliveiras na propriedade, no que foi batizado de Caminho das Oliveiras, o percurso à volta da propriedade onde se encontram as oliveiras, mas esta é muito especial. Se há algo que ainda está de pé no Alentejo e que já viu de tudo ao longo do tempo, é esta árvore. Tem quase 3.000 anos. E não é só isso, ainda está a produzir colheitas frutíferas.
Isto significa que a parte seguinte da tarde é a seguinte: Fico debaixo da árvore com 3.000 anos, mordisco azeitonas que vieram da própria árvore, como queijo fresco - queijo fresco do Alentejo, e bebo vinho branco produzido a partir de Antão Vaz e Arinto - duas castas que são únicas em Portugal e clássicas desta região.
Esta é realmente a abordagem “da quinta para a mesa”, é realmente o “KM 0″, mas tem vindo a acontecer aqui desde antes do mundo culinário ter cunhado estes termos. Uma das muitas citações sobre os portugueses e a sua comida que o Ruben partilhou comigo nos últimos dias é que para os portugueses “comida é prazer”. Neste momento, estou definitivamente a senti-lo.
A sensação de ver o produtor (a árvore) com os meus olhos, tocar no produto (as azeitonas) com as minhas mãos e provar o ouro líquido (o azeite), tudo no mesmo momento, é algo que me sinto com sorte por poder experimentar.
Esqueça as garrafas de plástico de azeite refinado que se encontram nas prateleiras do supermercado local ou o facto de puxar a tampa de uma lata de azeitonas produzidas comercialmente. Este é o verdadeiro negócio. Esta é a vida real. Fonte: ROADLESSFORKED
14/06/2015
A ÁRVORE

O dia acordara de humor indefinido, o que no escaldante Alentejo é uma boa notícia, mas aos poucos o sol começa a dissipar as dúvidas. Voltamos a passar às portas de Monsaraz, pelo miradouro sobre o rio feito lago. Uma auto caravana de matrícula estrangeira desce as curvas em direcção à longa ponte que atravessa a albufeira, com Espanha no horizonte. Descemos pela mesma estrada, mas logo viramos para a herdade da Horta da Moura. Consta que uma das mais velhas árvores de Portugal criou aqui raízes.

Atrás de um bonito pomar de laranjeiras e nespereiras, debaixo do olhar guardião de grandes azinheiras, na encosta sobranceira, lá está a oliveira 2 450 anos rodeada por outras seis familiares, com idades entre os 750 e os 1 500 anos. Quando os romanos conquistaram a Hispânia, já a árvore estava longe de ser jovem, mas hoje continua fecunda.

Com a apanha embalada por cante alentejano, as sete anciãs deram 200 litros de azeite (uma edição especial a que a Horta da Moura chamou 2 450 anos). Nunca se é demasiado velho para dar azeitona, lá diz o ditado inventado agora mesmo.

Fonte: VISÃO
18/05/2015
Henrique Mouro é o novo chef do hotel rural Horta da Moura, que passará agora a assinar a carta do restaurante da unidade – Feitiço da Moura.

O profissional, que iniciou a sua carreira na Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa, venceu o primeiro lugar no concurso Chef Cozinheiro do Ano, o que lhe valeu um estágio nos Hotéis do Grupo Orient Express-Perú.

O chef já passou por espaços de restauração como o Restaurante Tavares Rico, Bica do Sapato e pelo Pestana Palace Hotel.

A nova carta do restaurante Feitiço da Moura, assinada por Henrique Mouro, terá como especialidade a gastronomia alentejana.

Fonte: PUBLITURIS
29/04/2015
Manter os olhos abertos, ser curioso e inquieto são excelentes formas de descobrir coisas novas no mundo da gastronomia. Pequenas estreias culinárias que alargam ainda mais o insondável mundo da cozinha.

A última de que vos falo aconteceu num hotel rural do sul do Alentejo chamado Horta da Moura (www.hortadamoura.pt), junto a Monsaraz. Aqui, e com razão, orgulham-se de ter um “jardim de oliveiras milenares”.

Não estou a brincar. Neste alojamento existe um percurso onde se pode admirar estes caprichos da natureza. Uma investigação levada a cabo por especialistas da Universidade Portuguesa de Trás os Montes e Alto Douro estudou e datou estas oliveiras, sendo que várias delas têm mais de mil anos. A mais antiga tem cerca de 2.450 anos. Parece incrível, mas é verdade. Segundo o que me disseram, é possivelmente a segunda árvore certificada mais antiga de Portugal.

Pois bem, a Horta da Moura, com a ajuda de especialistas da cooperativa agrícola Carmim, de Reguengos de Monsaraz (www.carmim.eu), teve a ideia plausível de produzir um azeite a partir de azeitonas obtidas exclusivamente destas oliveiras milenares. Naturalmente, a produção é pequena e não se destina à comercialização.

Este belo sonho tornado realidade foi recentemente apresentado num evento cativante que transpirava Alentejo por todos os poros.

Tive a sorte de provar esta delícia. Não há dúvida de que há história neste ouro líquido. Ou melhor, muita história, sobretudo quando o viajante pensa na quantidade de acontecimentos que estas árvores já “viram”.

Ter uma garrafa, concebida expressamente para a ocasião, é ter uma verdadeira joia gastronómica. Aliás, uma verdadeira curiosidade gastronómica.

Fonte: LARAZON
15/04/2015
O azeite apresentado pela cooperativa agrícola Carmim, de produção pequena e não destinada à venda, foi criado a partir de oliveiras milenares, algumas com quase 2.500 anos, em Portugal.

Manter os olhos abertos, sentir curiosidade ou ser inquieto são excelentes qualidades para descobrir novidades no mundo da gastronomia. Pequenas primícias culinárias que alargam ainda mais este mundo infinito dos fogões.

A última descoberta aconteceu num hotel rural do sul do Alentejo, chamado Horta da Moura, junto a Monsaraz. Aqui, com razão, orgulham-se de ter um “jardim de oliveiras milenares”.

Não é brincadeira. Neste alojamento existe um percurso onde se podem admirar estas maravilhas da natureza. Investigações de especialistas da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro estudaram e dataram estas oliveiras, sendo que várias ultrapassam os mil anos de vida. A mais antiga tem cerca de 2.450 anos. Parece incrível, mas é verdade. É possivelmente a segunda árvore certificada mais antiga do país.

A Horta da Moura, com a ajuda de especialistas da cooperativa agrícola Carmim, de Reguengos de Monsaraz, teve a louvável ideia de produzir um azeite utilizando exclusivamente as azeitonas provenientes destas oliveiras milenares. Naturalmente, a produção é pequena e não está destinada à comercialização.

Este bonito sonho tornado realidade foi recentemente apresentado num evento intimista que transpirava Alentejo por todos os lados. Tive a sorte de provar esta delícia. Sem dúvida, há história neste ouro líquido. Ou melhor, muita história, sobretudo quando pensamos em todos os acontecimentos que estas árvores “testemunharam”.

Ter uma garrafa, desenhada expressamente para a ocasião, é ter uma verdadeira joia gastronómica. Sem dúvida, uma autêntica curiosidade gastronómica.

Fonte: Conmuchagula

23/03/2015
Horta da Moura e Carmim apresentam o Azeite 2450 Anos
No restaurante Feitiço da Moura, foi apresentado o novo Azeite 2450 Anos, fruto de uma parceria entre a unidade hoteleira Horta da Moura e a cooperativa agrícola Carmim.

O evento contou com a presença do presidente da Câmara de Reguengos de Monsaraz, José Calixto, bem como de diversas personalidades da vida política da região. Presentes estiveram também Maria Luísa Paiva dos Santos, proprietária da Horta da Moura, e José Alves, responsável pelo empreendimento.

A celebração decorreu no âmbito da Cidade Europeia do Vinho 2015 e foi acompanhada por Pedro Mestre, com a sua viola campaniça, e pelo Grupo Coral de Monsaraz.

O azeite foi produzido a partir das azeitonas colhidas nas oliveiras milenares da propriedade, certificadas pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), sendo que a mais antiga tem 2450 anos — nome que inspira o rótulo.

Trata-se de um azeite de aroma suave e fresco a amêndoa, típico da variedade «galega», com uma cor amarela esverdeada. A produção envolveu mais de 60 pessoas e resultou em cerca de 800 garrafas de 0,25 litros cada.

O evento coincidiu ainda com a atribuição de uma Menção Honrosa à Horta da Moura na categoria de Melhor Empreendimento Turístico de 2014, atribuída pelo Turismo do Alentejo.

Fonte: EPICUR

10/05/2014
O Alentejo tem sido apontado como a “nova Toscana” ou a “Toscana mais acessível”, explica o jornal britânico The Guardian num artigo publicado a 10 de maio. O escritor Adrian Mourby dá conta de uma região rica em comida, vinho e cortiça. O “celeiro de Portugal”, como é descrita a região, é também um destino ignorado por muitos e merecedor de mais atenção.

Desta vez não há espaço para falar da capital portuguesa ou das temperaturas e praias algarvias. O artigo inicia-se à mesa de um restaurante em Évora, onde queijo, carne de porco preto e manteiga de alho são as estrelas. O enfoque na comida típica alentejana, “rica em ingredientes”, é claro e o autor encara a região como a “alma gastronómica do país”.

Além da diversidade de paladares, é dado destaque à cultura e às paisagens. E, a par de Évora e das suas travessas labirínticas, o autor refere-se, ainda, à vila raiana de Monsaraz, Montemor-o-Novo e Beja.

Uma vez aguçada a curiosidade, o artigo adota o formato de guia. Adrian Mourby enumera algumas sugestões de onde comer, beber, dormir e o que visitar. O L’ And Vineyards, como sugestão na primeira categoria, é considerado um “resort de sonho para enófilos”, enquanto o Convento da Cartuxa é referido a propósito do vinho.

Esta não é a primeira vez que o Alentejo é elogiado pelos média internacionais. Para o The Telegraph, é o “paraíso para os amantes da gastronomia” e, de acordo com a revista de viagens National Geographic, um dos 21 destinos a visitar em 2014.

Fonte: HERANÇAS DO ALENTEJO
20/02/2014
Caminho das Oliveiras inaugurado no Hotel Rural Horta da Moura
Sete oliveiras milenares, uma delas com 2450 anos, integram um percurso sinalizado, identificado e visitável no Hotel Rural Horta da Moura, em Monsaraz. O «Caminho das Oliveiras», implantado em parte dos sete hectares da unidade hoteleira, exalta a importância histórica, cultural e natural destas árvores, da azeitona e do azeite na sua ligação ao território.

O percurso convida os visitantes a escutar a história do território através das oliveiras, sendo uma delas a segunda mais antiga de Portugal. A cerimónia de abertura oficial contou com a participação de Maria Luísa Paiva dos Santos, presidente do Conselho de Administração do hotel, que destacou a importância de preservar este património para a comunidade.

Vítor Silva, da Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo, elogiou o esforço de inovação da unidade e reforçou o valor patrimonial das oliveiras, que vão além do seu contributo económico, como fonte de azeite e azeitona.

A iniciativa surgiu após um desafio lançado pela administração à Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), que aplicou um método inovador para a datação das oliveiras com base em cálculos matemáticos que usam medidas do tronco. Este processo não causa danos às árvores e permitiu comprovar idades entre os 750 e os 2450 anos.

Apesar da idade avançada, as oliveiras continuam a dar fruto, tendo produzido três toneladas de azeitona na última campanha. A mais antiga atravessou períodos históricos como o Império Romano, as invasões bárbaras, a presença moura e o nascimento de Portugal.

As visitas guiadas incluem explicações sobre as espécies de oliveira, técnicas de cultivo e curiosidades sobre o azeite, além de percorrerem um espaço natural com oliveiras, laranjeiras e ervas aromáticas.

No restaurante Feitiço da Moura, os visitantes podem ainda saborear pratos da gastronomia alentejana onde o azeite local tem papel de destaque. O hotel insere-se num território rico em atrações turísticas como a vila de Monsaraz, a rota do megalitismo, os barros de São Pedro do Corval e a albufeira do Alqueva.

Fonte: Café Portugal

27/01/2014
A unidade de Turismo Rural Horta da Moura de quatro estrelas, localizada em Monsaraz, encontra-se entre as vencedoras do «Travellers choice 2014» do portal de viagens à escala global TripAdvisor. Isto nas categorias de «hotéis de pequeno porte» e «familiares».

A escolha das 25 melhores unidades, em diferentes categorias, resulta da avaliação dos clientes que as frequentam. Uma apreciação que recai sobre diversos parâmetros, do «atendimento», à «qualidade do sono», dos «quartos», à «localização», «limpeza», entre outros. Uma avaliação depois traduzida em pontuação publicada no TripAdvisor.

Foi esta mesma pontuação que, em 2014, e para a região Portugal, colocou o Hotel Rural Horta da Moura, entre as unidades melhor classificadas em duas categorias : «hotéis de pequeno porte», «familiares».

Um hotel nas proximidades da vila medieval de Monsaraz e do maior centro oleiro de Portugal, São Pedro do Corval. Isto para além de todas as possibilidades oferecidas pelas águas do «Grande Lago», a albufeira de Alqueva. O hotel encontra-se a menos de um quilómetro do ancoradouro da barragem.

Inserido na unidade hoteleira está o restaurante «Feitiço da Moura», com cozinha de sabores genuinamente alentejanos, sob a responsabilidade de Narciso Peraltinha. Já em Janeiro de 2014 o espaço envolvente à Horta da Moura, ganhou um novo atractivo, o «Caminho das Oliveiras». Um percurso entre árvores milenares que inclui um espécimen com 2450 anos, o segundo exemplar certificado mais antigo de Portugal.

Recorde-se que o TripAdvisor, de acordo com dados disponibilizados por esta mesma entidade, «está entre os maiores portais de viagem do mundo, congregando sites de viagens em 34 países, com mais de 260 milhões de visitantes por mês e perto de 120 milhões de avaliações e opiniões sobre restaurantes, hotéis, locais de interesse turístico».

Fonte: CAFÉ PORTUGAL
03/10/2013
O aspecto, e nem poderia ser de outra maneira, é o de um típico monte alentejano, rodeado de longas pradarias a perder de vista, de oliveiras e azinheiras que acabam junto à água, ali, onde o Guadiana e o Degebe se unem no grande lago. Quase paredes meias com a imensa albufeira, esse mar interior que mudou a face do Alentejo, fica a Horta da Moura, um pequeno e simpático turismo rural, onde as casas são caiadas de branco, debruadas de um azul quase tão profundo como o do céu.

O Castelo e Monsaraz parecem fazer sombra à propriedade, onde as pequenas ruas empedradas levam a várias casinhas, afinal grandes e confortáveis quartos, intimistas e completos, perfeitos para uns dias retemperadores. Os detalhes são uma evocação perfeita do Alentejo, desde a porta de entrada com cores garridas, à lareira que quase não é precisa por ali a temperatura ser, mesmo nos dias mais frios, perfeitamente amena.

Mas a Horta da Moura é muito mais do que confortáveis alojamentos. É também um convívio pleno com a natureza, seja pela convidativa piscina, seja pelos enormes campos de cultivo que rodeiam a propriedade, seja pelos programas que proporciona aos hóspedes mais exigentes. De barco, de bicicleta ou a cavalo, ou então numa tão século passado charrete, a Horta da Moura organiza passeios à medida de cada cliente, de maneira a que o Alentejo profundo passe a ser mais íntimo e pessoal.

Mesmo quem nunca andou a cavalo, pode aqui ter a primeira experiência com este tipo de montaria, ou então, se preferir uma aventura mais calma, deixe-se transportar por um dos burros dóceis que agora fazem as delícias dos visitantes, em especial dos mais novos. Tudo actividades que vão servir para lhe abrir o apetite, que pode e deve ser saciado no restaurante Feitiço da Moura, pleno de sabores e, essencialmente, de cheiros do Alentejo. Os Gaspachose a Açorda fazem parte da ementa regular, devidamente harmonizados com os vinhos que também são embaixadores da região.

Aliás, os sabores do Alentejo não terão de ser obrigatoriamente sentidos e apreciados entre os muros da propriedade. Para os que preferem um convívio mais próximo com a fauna e a flora da região, ou que pretendam fazer um almoço ou um lanche com os pés nas águas da albufeira do Alqueva, há também a hipótese de encomendar a merenda para levar para o campo, proporcionando a Horta da Moura toda a logística necessária para uma refeição diferente.

Naturalmente, a Horta da Moura está disponível para receber os hóspedes que apenas procuram o silêncio retemperador do Alentejo, mas proporciona, aos que procuram mais, uma série de pacotes promocionais temáticos criados para potenciar o melhor da região, com valores a partir de €90 para duas noites de estadia. Há o programa Alqueva Romântico, com jantares à luz das velas, outro de Caça no Alqueva, e ainda um outro com vistas a Monsaraz e Amieira. Os mais interessados na vegetação e nos animais podem optar pelo programa Natureza e Animais, havendo também a opção Alqueva Radical. Por fim há dois pacotes dedicados aos sabores e aos prazeres do palato. Um deles destina-se aos aprendizes de cozinheiro, chamado Cozinhando com o Chefe, e o outro é um programa Enogastronómico, com direito a vinhos e a queijos no quarto e a visitas à adega Ervideira.

Fonte: BOA CAMA BOA MESA
04/11/2009
Horta da Moura, a aposta certa
Para quem se aventura no Grande Lago uma das opções mais interessantes para pernoitar é o Hotel Rural Horta da Moura. Aberta há 18 anos, a unidade, situada sob a encosta de Monsaraz, foi adquirida em Maio deste ano por um grupo liderado pela empresária Maria Luísa Paiva dos Santos, num projecto que integra ainda o projecto “Aldeia do Lago”, na Amieira, no vizinho concelho de Portel.

Daqui resultou uma intervenção de requalificação, com intervenções nas fachadas, telhados, recuperação de móveis, limpeza dos terrenos, entre outros.

Paralelamente, os novos proprietários recrutaram um novo director e uma adjunta de direcção qualificada, e apostam agora na formação do pessoal deste quatro estrelas.

O resultado já se começou a sentir aquando da visita do Publituris, onde o Horta da Moura surge quase como um novo hotel. Aliás, esta poderá ser efectivamente uma nova realidade para breve. “Neste momento estão em fase de elaboração dois projectos que pretendem quase duplicar a capacidade da Horta da Moura e dotá-la de infra-estruturas que aumentem a sua capacidade de fidelização de clientes e de prolongamento das estadias, jogando cada vez mais na envolvente de sonho e beleza em que a unidade está implantada”, salienta Maria Luísa Paiva dos Santos.

O objectivo é passar dos actuais 26 quartos para os 42, dotando aquela infra-estrutura de uma nova piscina e um novo restaurante, além de reformular as instalações desportivas dotando-as de polivalência para várias modalidades, onde haverá lugar a um novo picadeiro, novos cavalos, etc. As obras arrancam já em Janeiro e a promessa fica feita para a Primavera, onde de facto surgirá um novo hotel Horta da Moura.

A aposta no mercado de proximidade espanhol é para valer, mas os olhos parecem mesmo virados para Lisboa e Porto. A filosofia do grupo é que é para manter: “Pequenas unidades unidas por esse corredor de água que é a barragem de Alqueva, criando sinergias, multiplicando e diversificando a oferta. Ali onde o ‘feitiço da Moura na beira do Lago’ se mistura com as ‘Vontades de Alentejo num aceno de água.’”

Fonte: Publituris
https://www.publituris.pt/2009/11/04/amieira-marina-a-aventura-no-grande-lago