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Aceite del jardín de olivos milenarios, en Horta da Moura
15/04/2015
Horta da Moura Boutique Hotel
O azeite apresentado pela cooperativa agrícola Carmim, de produção pequena e não destinada à venda, foi criado a partir de oliveiras milenares, algumas com quase 2.500 anos, em Portugal.
Manter os olhos abertos, sentir curiosidade ou ser inquieto são excelentes qualidades para descobrir novidades no mundo da gastronomia. Pequenas primícias culinárias que alargam ainda mais este mundo infinito dos fogões.
A última descoberta aconteceu num hotel rural do sul do Alentejo, chamado Horta da Moura, junto a Monsaraz. Aqui, com razão, orgulham-se de ter um “jardim de oliveiras milenares”.
Não é brincadeira. Neste alojamento existe um percurso onde se podem admirar estas maravilhas da natureza. Investigações de especialistas da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro estudaram e dataram estas oliveiras, sendo que várias ultrapassam os mil anos de vida. A mais antiga tem cerca de 2.450 anos. Parece incrível, mas é verdade. É possivelmente a segunda árvore certificada mais antiga do país.
A Horta da Moura, com a ajuda de especialistas da cooperativa agrícola Carmim, de Reguengos de Monsaraz, teve a louvável ideia de produzir um azeite utilizando exclusivamente as azeitonas provenientes destas oliveiras milenares. Naturalmente, a produção é pequena e não está destinada à comercialização.
Este bonito sonho tornado realidade foi recentemente apresentado num evento intimista que transpirava Alentejo por todos os lados. Tive a sorte de provar esta delícia. Sem dúvida, há história neste ouro líquido. Ou melhor, muita história, sobretudo quando pensamos em todos os acontecimentos que estas árvores “testemunharam”.
Ter uma garrafa, desenhada expressamente para a ocasião, é ter uma verdadeira joia gastronómica. Sem dúvida, uma autêntica curiosidade gastronómica.
Fonte: Conmuchagula
Manter os olhos abertos, sentir curiosidade ou ser inquieto são excelentes qualidades para descobrir novidades no mundo da gastronomia. Pequenas primícias culinárias que alargam ainda mais este mundo infinito dos fogões.
A última descoberta aconteceu num hotel rural do sul do Alentejo, chamado Horta da Moura, junto a Monsaraz. Aqui, com razão, orgulham-se de ter um “jardim de oliveiras milenares”.
Não é brincadeira. Neste alojamento existe um percurso onde se podem admirar estas maravilhas da natureza. Investigações de especialistas da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro estudaram e dataram estas oliveiras, sendo que várias ultrapassam os mil anos de vida. A mais antiga tem cerca de 2.450 anos. Parece incrível, mas é verdade. É possivelmente a segunda árvore certificada mais antiga do país.
A Horta da Moura, com a ajuda de especialistas da cooperativa agrícola Carmim, de Reguengos de Monsaraz, teve a louvável ideia de produzir um azeite utilizando exclusivamente as azeitonas provenientes destas oliveiras milenares. Naturalmente, a produção é pequena e não está destinada à comercialização.
Este bonito sonho tornado realidade foi recentemente apresentado num evento intimista que transpirava Alentejo por todos os lados. Tive a sorte de provar esta delícia. Sem dúvida, há história neste ouro líquido. Ou melhor, muita história, sobretudo quando pensamos em todos os acontecimentos que estas árvores “testemunharam”.
Ter uma garrafa, desenhada expressamente para a ocasião, é ter uma verdadeira joia gastronómica. Sem dúvida, uma autêntica curiosidade gastronómica.
Fonte: Conmuchagula