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Um azeite com uma longa história na Horta da Moura
29/04/2015
Horta da Moura Boutique Hotel
Manter os olhos abertos, ser curioso e inquieto são excelentes formas de descobrir coisas novas no mundo da gastronomia. Pequenas estreias culinárias que alargam ainda mais o insondável mundo da cozinha.
A última de que vos falo aconteceu num hotel rural do sul do Alentejo chamado Horta da Moura (www.hortadamoura.pt), junto a Monsaraz. Aqui, e com razão, orgulham-se de ter um “jardim de oliveiras milenares”.
Não estou a brincar. Neste alojamento existe um percurso onde se pode admirar estes caprichos da natureza. Uma investigação levada a cabo por especialistas da Universidade Portuguesa de Trás os Montes e Alto Douro estudou e datou estas oliveiras, sendo que várias delas têm mais de mil anos. A mais antiga tem cerca de 2.450 anos. Parece incrível, mas é verdade. Segundo o que me disseram, é possivelmente a segunda árvore certificada mais antiga de Portugal.
Pois bem, a Horta da Moura, com a ajuda de especialistas da cooperativa agrícola Carmim, de Reguengos de Monsaraz (www.carmim.eu), teve a ideia plausível de produzir um azeite a partir de azeitonas obtidas exclusivamente destas oliveiras milenares. Naturalmente, a produção é pequena e não se destina à comercialização.
Este belo sonho tornado realidade foi recentemente apresentado num evento cativante que transpirava Alentejo por todos os poros.
Tive a sorte de provar esta delícia. Não há dúvida de que há história neste ouro líquido. Ou melhor, muita história, sobretudo quando o viajante pensa na quantidade de acontecimentos que estas árvores já “viram”.
Ter uma garrafa, concebida expressamente para a ocasião, é ter uma verdadeira joia gastronómica. Aliás, uma verdadeira curiosidade gastronómica.
Fonte: LARAZON
A última de que vos falo aconteceu num hotel rural do sul do Alentejo chamado Horta da Moura (www.hortadamoura.pt), junto a Monsaraz. Aqui, e com razão, orgulham-se de ter um “jardim de oliveiras milenares”.
Não estou a brincar. Neste alojamento existe um percurso onde se pode admirar estes caprichos da natureza. Uma investigação levada a cabo por especialistas da Universidade Portuguesa de Trás os Montes e Alto Douro estudou e datou estas oliveiras, sendo que várias delas têm mais de mil anos. A mais antiga tem cerca de 2.450 anos. Parece incrível, mas é verdade. Segundo o que me disseram, é possivelmente a segunda árvore certificada mais antiga de Portugal.
Pois bem, a Horta da Moura, com a ajuda de especialistas da cooperativa agrícola Carmim, de Reguengos de Monsaraz (www.carmim.eu), teve a ideia plausível de produzir um azeite a partir de azeitonas obtidas exclusivamente destas oliveiras milenares. Naturalmente, a produção é pequena e não se destina à comercialização.
Este belo sonho tornado realidade foi recentemente apresentado num evento cativante que transpirava Alentejo por todos os poros.
Tive a sorte de provar esta delícia. Não há dúvida de que há história neste ouro líquido. Ou melhor, muita história, sobretudo quando o viajante pensa na quantidade de acontecimentos que estas árvores já “viram”.
Ter uma garrafa, concebida expressamente para a ocasião, é ter uma verdadeira joia gastronómica. Aliás, uma verdadeira curiosidade gastronómica.
Fonte: LARAZON